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  • ServerU - Feito para FreeBSD/pfSense
    Por bsdinfo
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  • Você já atualizou seu FreeBSD? Vejam o EoL das versões.
    Já tem algum tempo que foi disponibilizada uma tabela com as data finais de suporte para algumas versões do FreeBSD. O FreeBSD 8.3, por exemplo, não terá mais atualizações de segurança à partir de 30/04. Nesse caso para manter o sistema seguro deverá atualizar para a versão 8.4 ou posterior e usar a árvore releng […]

  • Por freebsdnews
  • FreeBSD primeiro relatório de status Quarter 2014
    Os desenvolvedores do FreeBSD acabaram de lançar suas atualizações relatório de status para o primeiro trimestre de 2014. Houve muitas mudanças notáveis ??nos últimos 4 meses. A lista a seguir a partir do relatório de status descreve algumas de suas...

  • Concurso FreeBSDNews.net!
    Caros leitores FreeBSD Notícias, FreeBSD Notícias está realizando um sorteio para comemorar sua nova parceria com iXsystems. Até 5 vencedores serão escolhidos aleatoriamente para receber incrível schwag relacionados com o FreeBSD, mas há um porém! Para entrar neste sorteio, você...

  • FreeBSD Jornal Edição # 2
    FreeBSD Journal acaba de lançar sua segunda edição disponível no iTunes, Amazon e Google Play. Edição # 2 vai discutir Poudriere, PBI Format, hwpmc, bem como Journaled Soft-updates. Confira neste link para mais informações sobre o próprio FreeBSD Journal: blog...

  • FreeBSD Servindo 30% da Internet Mundial (aka FreeBSD & Netflix)
    Por P. Tracanelli (FreeBSD Brasil)   

    FreeBSD Servindo 30% da Internet Mundial: Não, essa notícia não é da década de 90. É de 2012.

    Recentemente nessa Thread da Lista da FUG-BR, comentou-se a notícia que o Netflix usa FreeBSD em sua infra-estrutura de Rede de Distribuição de Conteúdo. A informação havia sido mencionada anteriormente pelo Scott Long, desenvolvedor BSD (e FreeBSD) de longa data, que anunciou antes ter saído do Yahoo! para trabalhar no Netflix.

    Formalmente o uso de FreeBSD, combinado com servidores commoditie e o webserver Nginx foi informado quando o Netflix anunciou o lançamento de seu Appliace OpenConnect, que o próprio Netflix colocará nos principais Pontos de Troca de Tráfego da Internet e grandes provedores de acesso Internet sem custo para os provedores. Aqui no Brasil Netflix chega com seu Appliace OpenConnect primeiro no PTT-SP e em seguida em alguns provedores que tenho o prazer de atender como clientes da FreeBSD Brasil.

    Mas o que realmente significa dizer que FreeBSD é usado no coração operacional do Netflix?

    Em 2011 o Netflix passou a representar 32% de todo o tráfego da Internet na América do Norte em horários de pico. E em 2012, 29% da Internet na Europa em horários de pico. Ainda em 2011 a demanda por conteúdo servido pelo Netflix/FreeBSD foi tão grande que os provedores Canadenses e Americamos começaram a reclamar da falta de capacidade e capilaridade para tanto tráfego com esse novo perfil de consumo de banda, na mesma época que Netflix ultrapassou a Apple no segmento de entrega de conteúdo multimídia sob demanda. Foi quando Netflix começou a expandir seu projeto de appliance Open Connect para colocar seu conteúdo mais perto dos provedores e clientes e onerar menos a infra-estrutura de conectividade desses ISP.

    No passado apenas o Yahoo! na década de 90 havia conseguido essa marca, de representar 30% de toda a Internet mundial. Hoje o Netflix representa 32% da América do Norte e 29% da Europa como mencionado em diveras fontes (procure no Google pela sua preferida), as informações mais recentes são da Arbor Networks. Não é, oficialmente toda a Internet, mas sabemos que América do Norte e Europa representa a fatia mais relevante da Internet.

    No passado era FreeBSD quem servia 30% de todo o tráfego da Internet, através do Yahoo!, e um pouco mais através do mp3.com, NTT Verio, America Online e outros grandes nomes do início da bolha da Internet comercial nos anos 90. Mas quem vive de passado é museu, correto? Pois bem, e hoje, em pleno 2012, décadas depois, FreeBSD novamente está servindo 1/3 da Internet mundial em horários de pico.

    Isso mostra que o tempo passou, mas o FreeBSD continua poderoso igual, importante igual, e ao mesmo tempo pouco conhecido e amplamente utilizado nas principais operações de missão crítica da Internet, tudo exatamente como era na época do FreeBSD 2, FreeBSD 3, só que agora no FreeBSD 9.

    Desde o TCP/IP, coração da Internet, lançado no 4BSD, até o DNS, e-mail, até os Root Name Servers e Refletores de Rota BGP nos pontos de troca de tráfego de Ashburn, Virginia, Los Angeles, Seattle e Milão, desde o boom do Yahoo ao boom do Netflix, o mesmo FreeBSD continua carregando a Internet nas costas... 

    Nos anos 90, 30% da Internet era uma coisa. Em 2012, os mesmos 30% são outra coisa... são alguns Mbit/s a mais. Mostrando que a evolução do FreeBSD é constante, contínua.

    E você acha que Netflix é algo novo? A empresa existe de 1997, usa FreeBSD desde 1997, mas sem a mesma finalidade. Netflix era uma empresa de aluguel de DVD por correios, o serviço de entrega de conteúdo online começou a crescer em 2007 apenas, alcançando clientes mundo afora. Mas e daí? Você se pergunta... pois bem, outro software de licença BSD tem seu poder exposto pelo Netflix, o Nginx. Dê uma olhada nesse gráfico da Netcraft:

    Esse gráfico é o levantamento mais recente do uso de web servers no mundo. Vê a linha verde que começar surgir entre 2007 e 2008 e hoje é tão expressivo seu volume que começa ameaçar o IIS da Microsoft? É graças ao Netflix que o Nginx, Web Server e Inbound Proxy de licença BSD se tornou o terceiro mais utilizado da Internet.

    Abaixo alguns links sobre o assunto, para enquiquecer sua leitura:


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    Andrew Tanenbaum: BSD dominaria o mundo, se não fosse pelo processo da AT&T.
    Por P. Tracanelli (FreeBSD Brasil)   

    O site LinuxFr.org está produzindo uma entrevista (em francês) com o autor, desenvolvedor e pesquisador Andrew Tanenbaum, (em inglês). Nessa entrevista o mundialmente conhecido autor, referência bibliográfica em 8 em cada 10 trabalhos científicos de graduação e pós em nosso país, fala sobre BSD, sobre Linux, Linus Torvalds e critica a licença GPL, kernel de arquitetura monolítica, entre diversas outras opiniões que podem ser relevantes para muitos, vindas deste autor.

    Uma notícia curiosa é que Tanenbaum recebeu um financiamento para comercializar o MINIX 3 e em Janeiro ele começa a portar o sistema para arquitetura ARM.

    Mas o que salta aos olhos é sua opinião de superioridade do BSD sobre Linux e a atribuição a não dominação mundial do BSD ao processo da AT&T:

    "A razão pela qual MINIX3 não dominou o mundo é relacionada a um erro que cometi em 1992. Naquela época acreditei que o BSD é que dominaria o mundo! Já era um sistema maduro e estável. Eu não via razão alguma para querer competir com ele, então coloquei o foco acadêmico no MINIX. Quatro dos caras que desenvolviam o BSD formaram uma compania para vender o BSD comercialmente. Tinham até um número telefone bacana, 1-800-ITS-UNIX. Esse telefone os colocou (bem como a mim) pra dentro do mercado. A AT&T os processou por causa desse número e o processo levou mais de 3 anos para ser resolvido. Esse era o período preciso em que Linux foi lançado e o BSD ficou estagnado devido ao processo jurídico. Quando foi resolvido Linux já tinha decolado. Meu erro foi não perceber que o processo levaria tanto tempo. Se a AT&T não tivesse gerado esse processo (e comprado parte da BSDI depois), Linux nunca seria popular e o BSD dominaria o mundo!"

    Mas Tanenbaum, hoje a tecnologia BSD está presente nos mais populares telefones celulares e tablets do mundo. A tecnologia BSD está embarcada em televisores, satélites. O TCP/IP revolucionou o mundo, a Internet em si, desde o protocolo, os refletores de rota T1 nos core-IXP americanos e europeus, os protocolos de comunicação como e-mail evoluídos do Fetchmail do Eric Allman, a resolução DNS padronizada no Berkeley Internet Name Domain system (BIND) e utilizada até hoje nos Root-NS tal qual criada por 4 alunos de Berkeley, o sistema que equipa Juniper, parte dos produtos Cisco (e portanto a infra-estrutura basica de cada rede), até o trabalho do IPv6 Samurai, Itojun, a criptografia do IPSEC, até algorítimos alternativos de enfileiramente de pacotes como HFSC, CBQ, PRIQ, WFQ que influenciam a priorização de tráfego no mundo. O sistema de controle de vôo da Boing (que cai bem menos que AirBus, a francesa reconhecidamente usa Linux), os sistemas militares baseados em XTS400, protocolos futuros como SCTP, processamento GPU, a própria Web, criada em um sistema híbrido 4.4-BSD pelo Tim Berners-Lee, o TrustedBSD finalmente implementando 30 anos de requisitos do Orange Book, o jemalloc() utilizado no Firefox, Microsoft Office e outras tecnologias, Zero Copy net, o primeiro driver open source do LTE, do 802.11s, Capsicum, os I/O Schedulers que até hoje não existiam mesmo sendo uma necessidade básica de sistemas de armazenamento, a gerência de memória, a memória virtual, o conceito de inodes e todo sistema de arquivos como conhecemos hoje, baseados em varições do UFS; o OpenSSL do https nosso de cada dia, de cada sessão de home banking, home broker e e-commerce; o OpenSSH de 9 em cada 10 sessões ssh do planeta; a alocação de páginas não constante de memória (super pages), até a pilha IP do Windows, Tanenbaum.

    Por tudo isso que move o mundo há décadas e por tudo que já existia e existe a frente de seu tempo (IPv6, SCTP, GPU Accel, SPages), Tanenbaum, só podemos concluir que você não errou. O BSD domina o mundo, mas em sua mais pura forma, a tecnológica. Talvez o BSD não seja o sistema mais popular do mundo (mas é o mais desejado, afinal quantos ai realmente prefere XYZ a um celular com iOS? Quem prefere um Dell com Windão a um Mac Book Pro com Mac OS X com aceleração GPU?), mas a tecnologia BSD tem sim dominado o mundo há décadas, tem tornado cada navegada nossa de cada possível, cada ligação telefônica móvel, cada e-mail viável, e se apresenta hoje anos ainda a frente, tornando disponível hoje o que provavelmente só será utilizado daqui bons anos.

    O processo diminuiu a taxa de ação de sistemas BSD mas ajudou a fragmentar a tecnologia BSD, e hoje ela está em lugares óbvios e outros que sequer conseguimos suspeitar. BSD não dominaria o mundo, Tanenbaum, BSD domina, você não errou o fato, errou o escopo, que é tecnológico e não operacional.

    Até mascote de sistemas tecnológicos é uma inovação BSD. Não haveriam penguins e peixes rechonchudos, ornitorrincos endiabrados, droidzinhos mecânicos, se não fosse pelo Beastie. Mas lógico que com o diferencial, além de mais expressivo e simpático, só nosso mascote é assinado por um gênio da animação (John Lasseter) e copyrighted por um gênio da ciência da computação (McKusick).


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    Infra-estrutura (FreeBSD) Unix no (Mac) OS X
    Por P. Tracanelli (FreeBSD Brasil)   

    No dia 01/03 o Renato me convidou pra escrever um pouco da relação Unix-BSD-OSX, pra série de artigos de segurança sendo divulgados pela IDS Tecnologia na MacMagazine. Escrevi um artigo um tanto extenso, que foi condensado propriamente ao ser publicado na MacMagazine (clique pra ver), e partes dele serão reutilizados ao longo dos demais artigos. No entanto em particular tive pedidos pelo artigo na íntegra, então segue ele postado aqui na FUG também, espero que gostem :-) 

    Pessoalmente gosto muito desse trecho da história dos BSD em geral e acaba ilustrando como a guerra jurídica que o CSRG/Berkeley sofreu por parte da USL/AT&T quando a segunda processou Berkeley por conta dos 6 arquivos AT&T restantes no BSD Unix. Lógico que pro mundo BSD foi uma passagem terrível, retardou a adoção de sistemas BSD e liberdade Open Source do código BSD. Mas teve seus lados positivos, como Torvalds e seu kernel baseado no Minix quando ele ficou inseguro ao usar o 386BSD, e nessa passagem outro ponto positivo, a criação do Mach pela universidade de Carnegie Mellon como uma alternativa ao BSD sob base BSD, posteriormente aproveitados no NeXT Step.

    Segue então o conteúdo, na íntegra, abaixo.


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    FUG-BR - Espalhando BSD
    Dicas Rápidas:

    Precisando descobrir o diretório de um arquivo apagado?

    Se o comando `echo $?` retornar 0 significa que o arquivo existe ou existia naquele determinado diretório.

    c0d3l4bs# ls -l script.c
    -rw-r--r--  1 root  wheel  93 Dec 14 14:57 script.c
    c0d3l4bs# rm script.c
    c0d3l4bs# ls -l script.c
    ls: script.c: No such file or directory
    c0d3l4bs# grep -a script.c "./" > /dev/null
    c0d3l4bs# echo $?
    0
    c0d3l4bs# grep -a script.cd "./" > /dev/null
    c0d3l4bs# echo $?
    1

    c0d3l4bs#

     






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